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O governador Ronaldo Caiado se reuniu, nesta quarta-feira (09), pela manhã, com prefeitos de 14 municípios turísticos para debater ações de enfrentamento à Covid-19. A reunião, feita por videoconferência, foi realizada para evitar situações que contrariam os protocolos de segurança existentes, como as aglomerações registradas no feriado de 7 de setembro. 

“A minha preocupação é no sentido de que possamos ser mais eficientes para que não se reproduza em todos finais de semana o que a gente viu acontecer na maioria dos municípios”, disse o governador, em relação às aglomerações. 

Na reunião participaram o prefeito Evandro Magal (Caldas Novas), Hermano de Carvalho (Aruanã) e João Batista Cabral (Pirenópolis). 

“O turista precisa ter consciência que tem regras a serem obedecidas, eles não estão em uma terra sem lei”, disse Evandro Magal. O prefeito também sugeriu que fosse criado um comitê de se criar um comitê permanente para atuar no enfrentamento à Covid-19 nos municípios turísticos nos feriados. Caldas Novas é a principal cidade turística da região da Estrada de Ferro.

Rio Quente

João Pena foi mais enfático ao sugerir o fechamento de Rio Quente, já que a cidade também teve casos de aglomerações assim como Caldas Novas no feriado. “Vou sugerir que as duas cidades (Rio Quente e Caldas Novas), funcionem mediante reservas de vagas que as pessoas feitas pelo telefone. Como disponibilizamos 70% da capacidade de leitos as reservas ficam em aberto até preencher a capacidade de leitos dos municípios, assim que acabar as reservas podemos fechar a cidade para evitar aglomerações”, explicou.

Rio Araguaia

Já Hermano de Carvalho, prefeito de Aruanã sugeriu que a conscientização da população e dos turistas fosse melhor trabalha a fim de evitar situações como a do feriado. “O país vive um confinamento e de repente todo mundo começa a relaxar. Houve sim um momento de loucura no país inteiro, acho que tudo isso é falta de conscientização, essa doença é muito perigosa”, pontuou.

Piri

O prefeito de Pirenópolis, João Batista Cabral, em sua fala fez um apelo ao Supremo Tribunal Federal. “A minha sugestão é de que o direito de ir e vir não se sobreponha ao direito a vida para que nós possamos dentro da nossa responsabilidade proteger melhor o povo”.

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