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Foto: Reprodução / Instagram

"Sem palavras para expressar minha tristeza". Assim, a prefeita de Cristianópolis, Juliana Costa (DEM), decretou luto oficial de três dias em razão da morte da filha mais ilustre da cidade, Marília Mendonça. "Marília era filha de Cristianópolis. Nasceu e cresceu aqui, e sempre nos trouxe muito orgulho. Hoje, com muita tristeza, decretamos luto oficial de 3 dias em nossa cidade, onde todos choramos a sua partida e nos solidarizamos com seus familiares. Sem dúvidas, já “virou saudade” em nossas casas e nossas vidas", relatou a prefeita.

Marília nasceu em Cristianópolis nos anos 90, mas ainda criança se mudou para a cidade de Aparecida de Goiânia. Quando atingiu a fama, em 2016, Marília se mudou para a capital. Conterrâneos da cantora lamentaram a morte nas redes sociais. "Deus conforte a família ! Que tristeza!", disse Lucia Angeli. " Uma goiana, nascida em Cristianópolis. Uma mulher incrivelmente talentosa e fará muita falta. Meus sentimentos à toda família, amigos e fãs", emocionou Ivonilde Nogueira, fã da cantora.

Tristeza sem fim

Lideranças políticas e figuras públicas da região lamentaram a morte precoce da artista. A prefeita de Bela Vista de Goiás, Nárcia Kelly (PP), disse que Marília era talentosa e encantou todos. "Uma jovem tão talentosa, que cantou e encantou a todos nós. Transformou nossas dores e alegrias em arte e, por meio da música, esteve presente em tantos momentos de nossas vidas. Marília Mendonça, que Nosso Senhor a receba, com todas as demais vítimas dessa tragédia, e conforte a todos os familiares e amigos".

O prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha, também se manifestou sobre a morte da cantora. Marília Mendonça tinha acabado de receber a vacina contra a Covid nesta sexta-feira (5) e viajou para Minas Gerais. "Assim como todos vocês, eu também não consigo acreditar na morte tão repentina da querida Marília Mendonça, nossa eterna rainha da sofrência. Eu costumo sempre dizer que os desígnios de Deus são infinitamente maiores que os nossos. A tristeza, neste momento é imensa, mas devemos nos amparar em Deus para suportar tamanha dor", destacou.

Jornalista e editor do Portal GO 020, Rafael Ceciliano, lembrou a época em que entrevistou a cantora e também sua conterrânea, Marília Mendonça. A entrevista foi publicada no ano de 2016, quando ela estourou para o mundo da música sertaneja. "Nunca imaginei que entrevistaria minha conterrânea mais ilustre. Marília era luz, era diferente, era única. Fica o vazio da saudade, mas o legado que ela deixa é maior e durará por muito tempo", lamentou o jornalista.

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