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O novo modelo de cobrança do transporte coletivo ainda não incluiu as visões dos prefeitos de cidades vizinhas de Goiânia. O estudo, para o aumento da passagem, passou a incluir a proposta do prefeito Rogério Cruz (Republicanos) para que o sistema adote tarifas diferenciadas dependendo da distância percorrida pelos usuários.

A prefeita de Bela Vista de Goiás, Nárcia Kelly (PP), está entre os gestores que não foram ouvidos. A cidade fica a 51 km da capital e pode ser uma das que precisarão pagar o maior valor caso a tarifa de fato seja calculada por distância. “Qualquer despesa a mais no transporte coletivo irá afetar diretamente a vida das nossas famílias”, diz Nárcia, que conta ter ficado sabendo do estudo “apenas pelos jornais”.

Nárcia informou também, que não concordo com esse meio de arrecadação. “A possibilidade de os municípios arcarem com mais esta despesa é um absurdo. A cada dia que passa temos novas obrigações e a arrecadação não aumenta”.

Pela divisão da Câmara Deliberativa de Transportes Coletivos (CDTC), não há previsão de participação de todos os prefeitos nas decisões. Apesar disso, gestores municipais que não têm cadeiras lembram que em outras ocasiões, como a que discutiu repasses para socorrer as empresas do transporte em razão da pandemia, houve participação dos 19 prefeitos que integram a rede do serviço na Região Metropolitana.
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Fonte: O Popular
Foto: Reprodução

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