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A Rússia anunciou nesta terça-feira (24), que a vacina Sputink V, que é desenvolvida pelo Instituto Gamaleya contra a Covid-19, obteve mais de 95% de eficácia 21 dias após a segunda dose da vacina e 42 dias após a primeira dose. Apesar de animadores, os dados ainda são preliminares e não foram publicados em revista científica. 


Os testes da CoronaVac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a biofarmacceutica Sinovac Life Science, chegaram à sua fase final. De acordo com o governo de São Paulo, os resultados serão apresentados em dezembro e “a previsão é que 46 milhões de doses estejam disponíveis no Brasil até janeiro de 2021”. Isso será possível porque o estudo clínico alcançou o patamar necessário para abertura da pesquisa e análise da eficácia da vacina. 

Segundo o laboratório britânico AstraZeneca, a vacina contra a Covid-19, que está sendo desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford, teve eficácia combinada em média de 70% em testes clínicos feitos no Brasil e no Reino Unido. De acordo com a AstraZeneca e Oxford, em algumas ocasiões a vacina chegou a apresentar 90% de eficácia, dependendo da dosagem. 

Na última quarta-feira (18), a americana Pfizer informou que os resultados finais do teste de estágio avançado de sua vacina mostram 95% de eficácia, tem todos os dados de segurança exigidos referentes a dois meses e que solicitaria autorização para uso emergencial nos Estados Unidos em alguns dias. 

As notícias são realmente animadoras, porém os resultados ainda são preliminares e ainda pouco se sabe sobre quanto tempo de imunidade as vacinas oferecem.

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Informações: Agência Brasil

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