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O mês de agosto que costuma ter 365 dias em 31, passou tão rápido, mas tão rápido que a gente nem viu. Amado por uns, odiado por outros, ele não deve deixar saudades. Mas só o mês. Os fatos, não. Segundo o Estadão, agosto foi o segundo pior mês de queimadas na Amazônia nos últimos dez anos. O tempo seco, típico de agosto, fez também aumentar as queimadas no cerrado, no pantanal e em vários outros biomas.

Agosto também foi diferente no clima do país inteiro. Pela primeira vez, uma frente fria histórica atingiu estados do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte. Aqui em Goiás, as temperaturas chegaram a 12º C na última quinzena do mês que, costumeiramente, é marcada pelo início do calor e pela ventania que, em 2020, chegou mais tarde. A massa polar chegou de repente e pegou todo mundo de surpresa. Foi massa, mas não foi lá essas coisas...

Agosto foi marcado também pela retomada gradual das atividades econômicas no país que enfrenta a pandemia da Covid-19, mas a Bolsa acabou afetada pelo ambiente político. Segundo o Portal UOL, "a Bolsa interrompeu em agosto uma sequência de quatro meses seguidos de valorização, após o Ibovespa, principal índice de ações do país, recuar 3,4% no mês, para 99.369 pontos. No sentido oposto, o dólar voltou a se valorizar ante o real após pausa em julho, enquanto o ouro chegou à sétima valorização mensal desde janeiro de 2020", diz o site.

Após uma explosão no porto de Beirute, no Líbano, que deixou mais de 180 mortos; o Brasil ver um recorde de 100 mil mortos vítimas da Covid-19 e ser o segundo país mais afetado pela doença no mundo; o mundo artístico dar adeus ao ator Chadwick Boseman, o eterno Pantera Negra; agosto, mesmo rápido, não vai mesmo deixar nenhum pingo de saudade. Mas só o mês. Os fatos, não.

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