PUBLICIDADE


O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-GO), publicou uma nota técnica nesta quarta-feira (17) orientando aos municípios como deve ser o enfrentamento à Covid-19 nos próximos dias. O Governo dividiu o Estado de Goiás em 18 regiões que, semanalmente, podem estar em situação de alerta, crítica ou calamidade.

Segundo a nota, a Região da Estrada de Ferro, está neste momento em situação de calamidade, que possui normas mais severas. [veja abaixo]. Entre elas está a interrupção de todas as atividades econômicas, exceto os serviços essenciais. Os municípios que fazem parte dessa região são: Anhanguera, Caldas Novas, Campo Alegre de Goiás, Catalão, Corumbaíba, Cumari, Davinópolis, Goiandira, Ipameri, Marzagão, Nova Aurora, Ouvidor, Palmelo, Pires do Rio, Rio Quente, Santa Cruz de Goiás, Três Ranchos e Urutaí.
Os municípios que compõem essas 18 regiões foram determinados pela SES-GO por meio de um Plano Estadual de Contingência para o Enfrentamento À Covid. Não confundir com a Região Turística da Estrada de Ferro que determina divisões de cidades diferentes.
Os municípios da região "Centro-Sul" estão em situação crítica. São 25 cidades: Aparecida de Goiânia, Aragoiânia, Bela Vista de Goiás, Bonfinópolis, Caldazinha, Cezarina, Cristianópolis, Cromínia, Edealina, Edéia, Hidrolândia, Indiara, Jandaia, Leopoldo de Bulhões, Mairipotaba, Orizona, Piracanjuba, Pontalina, Professor Jamil, São Miguel do Passa Quatro, Senador Canedo, Silvânia, Varjão Vianópolis e Vicentinópolis.
Cada situação, conforme a nota da SES, possui recomendações diferentes chamadas 'estratificações'. Quando classificada em situação de alerta, é permitido à região o funcionamento de todas as atividades, exceto eventos com mais de 150 pessoas.

A estratificação em situação crítica requer redução na capacidade de atendimento em atividades de alto risco de contaminação como bares e instituições religiosas, ambos passam a ter permissão para ocupar 30% da capacidade. Já atividades de baixo risco, como salões de beleza, barbearias, shoppings e centros comerciais ficam com o limite de 50% de utilização. Eventos, transporte coletivo e outros setores terão restrições específicas.

Já para os casos de calamidade, o entendimento das autoridades em saúde é que haja a interrupção de todas as atividades, exceto supermercados e congêneres, farmácias, postos de combustível e serviços de urgência e emergência em saúde. A nota técnica define ainda que, caso seja observado piora nos indicadores, cada região manterá as medidas restritivas respectivas a cada situação por pelo menos 14 dias.

Poste um comentário